Educación y alegría: afectos en la construcción de un posible diálogo entre Espinosa y Snyders
DOI:
https://doi.org/10.21501/22161201.4961Palavras-chave:
Pedagogía, Estética, Educación, Afectos, Método de aprendizaje, Efectos de las actividades humanas, Identidad docenteResumo
Este artículo es el resultado de una investigación teórica y cualitativa, basada en un levantamiento bibliográfico
conceptual. En él, el objetivo fue rescatar la dinámica de los afectos de Spinoza y acercarla a la dimensión
relacional en los procesos educativos, dándole relevancia a los afectos en ambientes pedagógicos.
También establece un diálogo entre la tradición de pensamiento spinozista y la filosofía de la educación basada
en la alegría, tema debatido por Georges Snyders. La conclusión apunta a la necesidad de revalidar el
paradigma estético como vector pedagógico en el que es posible concebir afecciones, alegrías y afectos, relacionarlos
con el desarrollo de lo sensitivo y tomarlos como base de una praxis pedagógica emancipadora.
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