Education and joy: Affects in the construction of a possible dialogue between Espinosa y Snyders
DOI:
https://doi.org/10.21501/22161201.4961Palabras clave:
Pedagogia, Estética, Educação, Afetos, Métodos de aprendizagem, Efeitos das atividades humanas, Identidade docenteResumen
This article is the result of a theoretical and qualitative investigation, based on a conceptual bibliographic survey. In it, the objective was to rescue Spinoza’s dynamics of affections and bring it closer to the relational dimension in educational processes, giving relevance to affections in pedagogical environments. It also draws a dialogue between the Spinozist tradition of thought and the philosophy of education based on joy, a topic debated by Georges Snyders. The conclusion points to the need to revalidate the aesthetic paradigm as a pedagogical vector in which it is possible to conceive affections, joys, and affects, relate them to the development of the sensitive, and take them as the basis of an emancipatory pedagogical praxis.
Descargas
Referencias
Andrade, E. (2023). Negritude sem identidade: sobre as narrativas singulares das pessoas negras. n-1 edições.
Apple, M. W. (1993). The politics of official knowledge: does a national curriculum make sense? Teachers College Records, 95(2). https://web.stanford.edu/class/educ232b/Apple.pdf
Bastos, F. (1987). Panorama das idéias estéticas no ocidente: de Platão a Kant. Editora UnB.
Carvalho, R. M. B. (1999). Georges Snyders: em busca da alegria na escola. Perspectiva, 17(32). https://doi.org/10.5007/%25x
Castro, A. H. I. de. (2004). Educação, cultura e poder na obra de Georges Snyders: Rastros e rumos da alegria na escola. [Dissertação de Mestrado]. Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Letras Araraquara.
Chacón, I. M. G. (2003) Matemática emocional – os afetos na aprendizagem matemática. Artmed.
Chaui, M. (2011). Desejo, paixão e ação na ética de Espinosa. Companhia das letras.
Chaui, M. (1995). Espinosa: uma filosofia da liberdade. Moderna.
Moreno Marimón, M. et al. (2000) Falemos de sentimentos: a afetividade como um tema transversal. Moderna.
Moreno Marimón, M. et al. (1999) Conhecimento e mudança: os modelos organizadores na construção do conhecimento. Moderna.
Espinosa, B. (1979). Ética demonstrada à maneira dos geômetras. Abril Cultural.
Franco, M. A. S. (2008). Pedagogia como ciência da educação. Cortez.
Freire, P. (2013). Pedagogia do oprimido. Paz e terra.
Fischer, E. (1983). A necessidade da arte. Zahar.
Forquin, J. C (1993). Escola e cultura: As bases sociais e epistemológicas do conhecimento escolar. Áreas Médicas.
Forneiro, L. I. (1998). A organização dos espaços na educação infantil. In Zabalza, M. A. (Org.). Qualidade em educação infantil (pp. 229-281). Artes Médicas.
Ghiraldelli Jr., P. (2006). Filosofia da educação. Ática.
Guilherme, A. A. & Picoli, B. A. (2018). Escola sem Partido — elementos totalitários em uma democracia moderna: uma reflexão a partir de Arendt. Revista Brasileira de Educação, 23, 1-23. http://dx.doi.org/10.1590/S1413-24782018230042
Hermann, N. (2018). O enlace entre corpo, ética e estética. Revista Brasileira de Educação, 23, 1-16. https://doi.org/10.1590/S1413-24782018230051
Libâneo, J. C. (2010). Pedagogia e pedagogos, para quê? Cortez.
Moreira, A. R. P & Souza, T. N. de. (2016) Ambiente pedagógico na educação infantil e a contribuição da psicologia. Psicologia Escolar e Educacional, 20(2), 229-237. https://doi.org/10.1590/2175-353920150202955
Oliveira, W. C. (2000). Espinosa: Um pedagogo da alegria? Μετάνοια, 2, 45-55. https://ufsj.edu.br/portal2-repositorio/File/lable/revistametanoia_material_revisto/revista02/texto06_pedagogia_espinosa.pdf
Panoff, M. & Perrln, M. (1973). Dicionário de etnologia. Edições 70.
Paula, M. F. de. (2017). Alegria e felicidade: A presença do processo libertador em Espinosa. Edusp.
Santos, C. S. G. dos (2020). Atos de ficcionalizar e emancipação do leitor: para além do oxigênio. Revista Graphos, 22(2), 96-111. https://doi.org/10.22478/ufpb.1516-1536.2020v22n2.52620
Santos, C. S. G. & Costa, F. F. (2020). Mapeamento de experiência estética em literatura: uma estratégia (meta)procedimental emancipadora. In: Santos, C. S. G. & Costa, F. F. (Orgs.). Espiral de fingimentos: mapeamentos de experiências estéticas em literatura (pp. 14-25). Editora UFPB.
Saviani, D. (2013). Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. Autores Associados.
Serdeira, A. H. I. C. (2019). A obra de Georges Snyders: cultura e política como pressupostos de uma escola progressista. In Boto, C. (Org.). Clássicos do pensamento pedagógico: olhares entrecruzados (pp. 189-217). EDUFU. https://doi.org/10.7476/9786558240273.0010
Silva, V. L. S. da. (2020). Gonçalves Dias, Machado de Assis e Racionais Mc’s: a invenção do centro. IdeAs, 16. https://doi.org/10.4000/ideas.8842
Silva, V. L. S. da. & Benedito, S. G. R. (2022). Decolonialismo e epistemicídio na literatura: o que querem calar? Revista Com Censo, 9(2). https://periodicos.se.df.gov.br/index.php/comcenso/article/view/1064
Snyders, G. (1997). A escola pode ensinar as alegrias da música? Cortez.
Snyders, G. (1993). Alunos felizes: Reflexão sobre a alegria na escola a partir de textos literários. Paz e Terra.
Snyders, G. (1988). A alegria na escola. Manole.
Vieira, R. de A. (2016) Georges Snyders: por uma pedagogia da alegria e do antipreconceito-subsídios para formação de professores. Eduem.
Vieira, R. de A & Almeida, M. I. de. (2017). Contribuições de Georges Snyders para a pedagogia universitária. Educação e Pesquisa, 43(2), 499-514. https://doi.org/10.1590/S1517-9702201605141169
Yonezawa, F. H. (2015). Só a alegria produz conhecimento: corpo, afeto e aprendizagem ética na leitura deleuzeana de Spinoza. Educação: Teoria e Prática, 25(48), 186-199. https://doi.org/10.18675/1981-8106.vol25.n48.p186-199
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Revista Colombiana de Ciencias Sociales

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
La revista y los textos individuales que en esta se divulgan están protegidos por las leyes de copyright y por los términos y condiciones de la Licencia Creative Commons Atribución-No Comercial-Sin Derivar 4.0 Internacional.






